Continuação
Viajar de avião para o leste, passando por vários fusos horários, não é tão simples. Por exemplo, de Londres (Inglaterra) para Bombaim (Índia), com diferença de cinco horas e meia à frente de Londres, não é fácil tentar ir dormir pelo ralógio normal de Bomabaim, pois Londres ainda estará no período da tarde, e fica difícil dormir. É melhor ir tarde para a cama na hora de Bombainm, quando vier a canseira, e depois forçar o horário normal de acordar, mesmo que seja depois de pouquíssimas horas de sono. A pessoa pode se sentir estafada no primeiro dia, mas pode conseguir dormir na hora normal nessa noite e ficar razoavelmente adaptada à hora local no dia seguinte. Para o organismo, a diferença de fuso entre Londres e Bombaim é um golpe.
Quando a transição é de um lado do mundo para outro, aí então os problemas se agravam. A pessoa acorda bem cedinho com fome de leão, pois seu ritmo circadiano assinala que é hora do anoitecer e hora de jantar, quando os nativos ainda estão algumas horas antes de seu desjejum matinal. Durante o dia, o ritmo circadiano acha que é noite, e as funções do corpo são desaceleradas. O estrangeiro em viagem sente-se fraco, confuso, e, às vezes, sente tonturas. As ordens passsadas pelo cérebro a todo o corpo distoam da realidade e do relógio ao seu redor.
A diferença entre as pessoas, na forma de adaptar-se ao jet lag depende de muitos fatores, e realmente não existe solução para o problema. Mas convém saber que o estado da pessoa, ao chegar ao destino, pode influenciar o jet lag; a pessoa fisicamentre mais em forma e mais saudável supera o mal do fuso horário mais facilmente. O passageiro em viagem deve seer mais meticuloso para comer, tomar pouco ou nenhuma bebida alcoólica (preferivelmente um tiquinho de vinho), e grande quantidade de líquido (evitando grande quantidade de uma única bebida), não fumar quando isso for permitido a bordo, e dormir sempre que conseguir.
Um pouco de exercício, andando devagar pelo avião, ou então exercícios isométricos simples na própria poltrona, também ajudam. Porém num voo noturno longo, virando da noite para o dia, qualquer um desses métodos pode falhar.
Conforme já foi dito aqui anteriormente, pesquisas sérias realizadas por médicos cientistas para entender o jet lag levaram à conclusão de que a melhor maneira de acelerar a adaptação ao novo fuso horário é ir enganando o organismo durante o voo, jejuando e dormindo o máximo possível. Na prática, porém as pessoas fazem o contrário: comem, bebem, leem, conversam e andam. Acabam desembarcando com a sensação de que pularam um carnaval a noite inteira. Aí, "a coisa pega", e o corpo leva uma semana para entrar nos eixos.
No caso dos tripulantes, expostos o tempo todo aos difernetefusos fusos horários, sofrem envelhecimento precoce e aumento rápido dos cabelos brancos.
Continua na Parte 5 (Final) - Aguarde

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